Apneia do Sono – Saiba Mais

Apneia do Sono – Saiba Mais
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apneia do sono

A presença de 15 ou mais eventos respiratórios obstrutivos por hora, mesmo na ausência de outros sintomas, como episódios de sono não intencionais durante a vigília, sonolência diurna excessiva, sono não reparador, fadiga ou insônia, também é suficiente para o diagnóstico da apneia obstrutiva do sono, ou como é conhecida, a apneia do sono.

Nesse caso, há uma maior associação da gravidade da obstrução com importantes consequências, como aumento do risco de eventos cardiovasculares, até mesmo como um AVC. Quer saber mais sobre a apneia do sono e suas consequências? Fique conosco neste artigo, pois vamos esclarecer alguns fatores sobre esta doença agora.

Apneia do sono e o sistema circulatório

A apneia do sono também compromete o sistema circulatório. Quando o cérebro percebe a falta de oxigênio, causada pela ausência de respiração, promove uma liberação de adrenalina, e a pessoa acorda para respirar. Nesse processo, a pressão arterial sobe e o coração dispara.

Esse paciente pode desenvolver arritmia cardíaca, e o coração passa a ter maior propensão de falhar. Além disso, diversos estudos estão evidenciando a apneia do sono como um fator de risco para o acidente vascular cerebral.

Apneia do sono em mulheres

Vários estudos populacionais têm mostrado que a apneia do sono é mais comum em homens do que em mulheres, e essa diferença é frequentemente evidenciada no cenário clínico.

Acredita-se que as diferenças em relação à distribuição da gordura corporal, comprimento e colapsabilidade da via aérea superior e hormônios sexuais, entre outros fatores, contribuam para a disparidade da prevalência entre os gêneros.

No entanto, essa disparidade entre os gêneros também pode ser o fato de que as mulheres não mostram a sintomatologia “clássica” da apneia do sono e, dessa maneira, podem permanecer subdiagnosticadas.

Ronco e apneia do sono

Um dos sintomas clássicos da apneia do sono é o ronco. Porém, muitas pessoas ainda acreditam que roncar é normal. Saiba mais sobre o assunto, lendo o artigo: “Roncar é normal?“.

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